Coleção de Poesias
Você quer ver sua poesia publicada aqui? Envie para nós que após análise e aprovação iremos publicá-la! Você deve enviar junto uma foto para a assinatura do poema. Lembre que o tema deve ser relacionado à cachaça de alguma maneira.
Abaixo os poemas aprovados. APRECIE SEM MODERAÇÃO!
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Vídeo Poesia - A Vergonha Partiu
Carlos Latuff
6 - Publicado em 20 de janeiro de 2010.
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TRIBUTO AO CAMPONÊS
(Carlos Latuff)
Surge na paisagem
um camponês de passagem
fitando a fazenda sem fim.
Em seu peito não há paz
É sua convicção que o faz
caminhar decidido assim.
Pra que você entenda
o ódio dele pela fazenda
só sendo pobre enfim.
Solitário, o lavrador avança
um cavaleiro contra o castelo
tendo a foice como lança.
Os pistoleiros acham graça
enquanto deslizam cartuchos
pros seus rifles de caça.
Mas o camponês não estava sozinho.
Do horizonte que parecia deserto
mais pessoas a caminho.
O sorriso do capataz,
agora então se desfaz.
O ímpeto do povo
que derrubou grades e portões
fez cair também
os jagunços valentões.
Chega a polícia e seus pelotões
cujas fardas camufladas
só não camuflam as intenções.
Mas o camponês que enfrenta
malária e onça parda,
não tem medo de bicho
nem de jagunço de farda.
A terra que antes fôra
prostituída pelo fazendeiro
volta agora as mãos do povo
seu destino verdadeiro.
Dela agora brotam lares
alimentos e esperança.
Porque não é questão de esperar
quem luta é quem sempre alcança.

Carlos Latuff
5 - Publicado em 20 de janeiro de 2010.
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CACHAÇA POESIA
(Argentino Vidal)
Gotas doces do bagaço destilada
No fulgor do cobre é aromada
Purificado o sabor canavial
Nasce aguardente sem igual
No carvalho com o tempo toma cor
Realçando ainda mais o seu sabor
Seu buquê açucarado inconfundível
Torna-se um drinque irresistível
É bebida aguardente magistral
Genuinamente de origem nacional
Pode ser na caipirinha brasileira
Ou tomada naturalmente à mineira
Munhoz com sua alquimia
Produz como poema, a Cachaça Poesia

Argentino Vidal
ajvidal.blogspot.com - blog de literatura.
4. Publicado em 14 de outubro de 2009.
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a ressaca da palavra
tome, beba meus poemas,
dosagem de composição danosa,
estocadas em dialeto envelhecido,
palavras de safra duvidosa
tome, beba meus versos,
retórica mal fermentada
de conteúdo pouco encorpado
em grossa ironia destilada
tome, beba minha fábula,
pinga, cada palavra em seu gotejar
na dialética de baixo teor
e percepções de malte vulgar
tome, beba meu livro,
conteúdo de potabilidade precária
tontura de melancólica ressaca
sintoma de cirrose literária

Carlos Couto
http://twitter.com/Carlos__Couto
http://carloscouto.blogspot.com
3. Publicado em 15 de setembro de 2009.
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Cachaça é Poesia
Conheça Cachaça Poesia
Produzida no alto da Serraria
Na Fazenda Santa Fé de Bogotá
No seu dia não pode faltar
Prove a Cachaça Mineira
Você vai adorar
Será sua companheira
De todo dia se deliciar
Tome no frio para esquentar
E no calor para refrescar
Nas festas comemorar
Na tristeza nem pensar
A Poesia é feita de coração
Para o bem estar da nação
Prove e viva o sabor
Da mineira feita com amor
Poesia cachaça artesanal
Para alegria do capatáz
Vinda de um lindo canavial
Brinde a vida e a paz!

Miguel Pereira do Nascimento
Mestre Alambiqueiro
2. Publicado em 19 de setembro de 2009
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Poesia, você nunca me sacia.
“Minha Rainha, desde o primeiro instante em que nos vimos eu te escolhi, e ao te escolher te desejei, e ao te desejar eu te amei, e ao te amar eu te pus inteiramente em meu coração.
É porque tu restauras, mas não sacias. Nunca estou saciado de ti e jamais estarei.
É tamanha a tua doçura, tão admirável teu aroma tão sublime a tua constância, tão tamanha a beleza e a graça que coroam teu ser, que seria descortês tentar exprimi-las em palavras.
Continua boa, por que em ti está o meu bem, minha esperança e meu descanso. Mal acabo de acordar e minha alma te reencontra, guardada dentro de si.”

João Alexandre
1. Publicada em 25 de Julho de 2007
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